Há algum tempo atrás, ainda quando eu estava pensando em que carro comprar, tive que levar em consideração o tamanho do veículo, já que em minha casa, a garagem tem uma certa limitação de espaço.
Comentando sobre o fato com meu amigo, esbarramos nos mínimos dois centímetros de diferença entre um modelo e outro (de carro). Obviamente, ao lidar com uma pessoa que... deixa pra lá.
Eu só posso dizer que essa questão foi além dos meios éticos de uma solução, gerando conflitos, agressões verbais, piadinhas, etc. Fui vítima de preconceito, de bullyng... quase que perdi a cabeça. Tudo porquê as pessoas não conhecem uma palavra tão simples que abordarei abaixo:
A Proporcionalidade:
Quando eu disse que dois centímetros eram insignificantes, eu sugeri que proporcionalmente ao tamanho do veículo em questão, era quase irrisório. Foi então que as agressões verbais começaram, questionando até, veja você, o dedo do urologista, órgãos genitais e por aí vai.
Pois bem, se a questão eram os dois centímetros proporcionais ao tamanho do veículo que mede 3,83 metros, quando falamos de um dedo que mede 10 cm, posso concluir que 3,83 metros estão para dois centímetros tanto quanto 10 cm está para 0,05 cm.
Após essa profunda análise, dois centímetros não são insignificantes, mas, respeitadas devidas proporções consideradas nos exemplos dados (e como piada apresentados), concluo que dessa forma, os valores apresentados (não menos significantes) serão imperceptíveis e não abalarão nenhuma estrutura, senão a única que pode ruir é o laço de amizade pelas insistentes piadas nascidas de meus opositores.
E tenho dito.
24 de março de 2011
"A teoria dos dois centímetros..."
Assinar:
Postar comentários (Atom)




Comentário:
Postar um comentário