Hoje, me peguei pensando nos momentos em que reescrevi meu livro, pois quando o escrevi pela primeira vez, não tinha maturidade pra isso e nem experiência para escrever. Aí comentei com um amigo que eu tinha vontade de reescrevê-lo porque sabia que ele poderia ficar muito bom.
Meu amigo me deu tanta força, insistiu que eu terminasse logo para ele ler. Então comecei a mandar os primeiros capítulos para ele. Logo ele se empolgou, e ficavamos acordados até as duas, três horas da manhã, e enquanto conversavamos, ele aguardava eu terminar capítulo por capitulo para enviar, e eu esperava ele ler para ver sua reação.
Eu sei que foram semanas e semanas, com ele me incentivando, dando força. Ele não deixava eu ir dormir sem terminar pelo menos um capítulo, até que enfim eu terminei. Na verdade não sei mesmo se ele gostou, mas o que posso dizer de alguém que perdeu noites e noites de sono me incentivando, dando força?
Bom Paulinho, de certo seus amigos sabem o tamanho da sua amizade e importância, e qualquer coisa que eu disser talvez se torne redundante, então ao invés de falar o que todo mundo sabe, prefiro apenas agradecer pelo seu apoio constante.
O engraçado é que me deparei escrevendo esse blog, fato que ocorreu justamente pelos seus incansáveis elogios a minha capacidade de escrever, e confesso que as vezes acho que você exagera. Não me acho tão bom assim, mas ouvindo de um amigo realmente sincero e preocupado, eu acabo acreditando e o resultado é esse:
Um livro reescrito e um blog melhorando a cada dia, e graças ao seu apoio.
Você conquistou cadeira cativa, no meu blog, no meu livro, na minha vida e no meu coração.
Obrigado mesmo por ser meu amigo.
15 de setembro de 2009
Meu livro, meu amigo...
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1 Comentário:
Poxa Edu, quando eu li, não sabia direito o que responder, o que escrever, enfim... Na realidade acho que ainda não sei, rs. Fiquei lisonjeado... De certo uma coisa eu posso falar com certeza e sem medo de errar, a cada dia que o conheço mais, percebo que sofre do mesmo “problema” que eu de não ter receio em dizer o que pensa e/ou sente. Fico extremamente feliz em saber que meus “incansáveis” elogios a sua capacidade de escrever serviram para algo. E quando digo isso, ou melhor quando dizia isso não era apenas fazendo uma média, aliás meu caro amigo dizer que não sabe se gostei ou não do livro? Infelizmente minha educação não permite eu lhe dizer ou mandar você passear naquele lugar obscuro... Se não tivesse realmente gostado eu não teria ficado acordado até as duas, três horas da manhã! Não sei fazer média, talvez até devesse, pois as relações ficariam mais fáceis sejam profissionais ou afetivas, mas não sei fingir, falo, digo o que penso, ou melhor, o que sinto. Obrigado de coração pelas palavras, pelo carinho, pela cadeira cativa, saiba que é recíproco de minha parte.
Um grande abraço!!!!!!!
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