Quem ainda não se deparou com uma situação dessas?
Uma amiga vive insistindo para que você participe da vida social dela, reclama, pede, murmura, e você? Nada! Sempre com uma boa desculpa, acaba se livrando dos tais eventos, até que em um belo dia -ou noite- bem quente -ou muito frio- próprio para tomar uma cerveja -ou um capuccino-, você decide aceitar o convite e fazer parte daquela galera animada que ela tanto fala. Sem produção, sem nada, apenas a troca de uma camisa -ou uma blusa- para não perder nem um minuto daquele que promete ser um grande encontro, uma grande confraternização.
Pois bem, chegando lá, e aguardando nossos queridos amigos que tanto fazem questão por minha presença, naquele calor intenso de sexta-feira, escolhemos uma mesa, previamente reservada, e pra minha surpresa, quando finalmente nossos amigos chegam e sentam a mesa, a figura dessa história, a Dona Daniela, toda sorridente, se levanta e vai fazer sua social com um grupo de uns 40 amigos -só faltou o Alibabá- e nos deixa lá, como se a parte dela fosse apenas me tirar de casa naquela linda noite de verão. Ali, a bendita estendeu a noite assim, sem fazer a menor questão de estar do nosso lado. Tanto que fomos embora sem ao menos encontrá-la para agradecer o convite e a sua tão importante companhia.
Te amo Dani e não vejo a hora de receber um próximo convite.
16 de agosto de 2009
Minha amiga (por enquanto) Daniela.
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